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Sala Blue Violet – Junho

Bem-vindos a Blue Violet, a sala virtua do Vamos Meditar!

A partir de junho, nossos encontros terão uma dinâmica um pouco diferente. Teremos sempre um ou mais convidados para conversar, tirar dúvidas e trocar ideias com os participantes do encontro sobre o tema do dia.  Continuaremos com a nossa meditação nos encontros que, agora, serão semanais, apenas às segundas-feiras, às 19h, e com 1,5h de duração.

Nossos encontros acontecem no Zoom, e o link da sala é divulgada pelo Facebook do Vamos Meditar, na véspera.

01.06  Meditação. Como é a prática dos iniciantes? Quais as principais dificuldades? O que ajuda? Existe uma prática que é melhor? Como escolher a sua prática?

Vamos conversar sobre meditação com a Cris Paramita e o Cézar Sampaio, duas gerações de praticantes, leigos (pessoas comuns) super dedicadas à meditação. Teremos também a Cris guiando uma prática tântrica.

Há 30 anos, Cris é praticante de meditação e é coordenadora do Sánguie Tchö Tsog – Buddha Dharma Meditation, em Búzios. Ela teve uma extensa e feliz carreira como bailarina da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Com a decadência da instituição e um sonho não concretizado de criar uma Escola Pública de Artes, migrou para a área de educação no apoio para crianças em situação de risco, se especializando em Orientação Sexual e Prevenção ao Uso Indevido de Drogas. Fundou e presidiu a Afagus (Associação do Amigos, Familiares e Usuários da Saúde Mental de Búzios), a Pedala Búzios (Ciclismo), além da sua incessante luta em defesa dos animais. Em fevereiro de 2020, se aposentou e, agora, investe no novo sonho de curar através das suas mãos, terapias, cerimônias, cursos, retiros, estudos dirigidos e rodas de conversa, pois ainda há muito por acreditar e fazer, oferecer e receber, taichichuar e geribar…

Cézar Lacerda, pela segunda vez conosco, estuda filosofia budista há 19 anos, tendo servido como monge no Trijang Buddhist Institute, em 2010. Atualmente, é jurista e professor de meditação.

08.06 Autobiografia. Qual a importância de termos consciência da nossa história? É normal não termos consciência de alguns fatos, do real impacto emocional de alguns eventos na nossa vida? Qual o poder de transformação da autobiografia? Como iniciar uma autobiografia, existe um modelo de pensamento? Escrever com a cabeça, com o coração ou com ambos?

Para esta conversa, teremos Adriana Calabró e Fabiane Vasconcellos, duas pessoas que utilizam no seu trabalho a autobiografia como ferramenta de transformação.

Adriana Calabró é jornalista, educadora, escritora e roteirista. Foi premiada nas áreas de comunicação (Best of Bates International, Clube de Criação, Festival de Nova York) e literatura (Selo Puc/Unesco Melhores livros do ano, ProAc – bolsa de literatura, Prêmio Off-Flip – finalista, Prêmio João de Barro- 1º lugar, Prêmio Livre Opinião – finalista, Prêmio Paulo Leminski – menção honrosa, entre outros). Idealizou e atua como facilitadora da Oficina de Escrita Palavra Criada (desde 2005), desenvolve projetos de coaching textual para grupos e empresas. Na área de Letras, desenvolve pesquisa autoral sobre a Escrita e o Processo de Transformação. Lançou 8 livros como autora e mais de 10 por seu selo editorial Nuria Basker, investindo em novos autores nas áreas de literatura e desenvolvimento pessoal. Como voluntária participou do projeto Roda de Leituras, no programa Lazer & Cultura e deu aulas de redação para o cursinho popular da FGV – Fundação Getúlio Vargas.

Fabiane Vasconcellos é PCC Coach pela ICF e Instituto Ecosocial, mediadora de conflitos pela Palas Athena, Aconselhadora Biográfica pela Eleb-SP, facilitadora de diálogo e de Comunicação Não Violenta, além de consultora certificada para Assessment de Líderes, Grupos e Organizações e Processos de Transição Cultural pelo Barrett Value Centre. Atua como consultora de desenvolvimento, há 5 anos, e desde 2019 é sócia da Lumo, mantendo seu foco em projetos de Identidade Corporativa, Cultura Organizacional e Desenvolvimento de Lideranças. Tem como propósito facilitar encontros e reencontros, de indivíduos com sua história e com a história dos outros.

15. 06. Relacionamentos. O ser humano é um ser social, por isso, relacionar-se faz parte do seu modo de ser e viver. Mas por quê muitas vezes é tão difícil para nós mantermos relacionamentos saudáveis? Qual o papel e a importância dos relacionamentos? Quais os fatores que podem estar influenciando a dinâmica dos relacionamentos? O que traz desequilíbrio nos relacionamentos? Existe uma fórmula para mantermos relacionamentos equilibrados, sem nos anular ou nos impor?

Para conversar conosco sobre relacionamentos teremos Gil Mori, terapeuta na abordagem junguiana, com foco na análise e interpretação dos sonhos, constelador e facilitador na abordagem sistêmica familiar e coach sistêmico. Gil é empresário e Consultor de imagem há mais de 14 anos. Seus trabalhos se aprofundaram no entendimento da importância da imagem pessoal no desenvolvimento do autoestima e da inteligente emocional, atuando  com atendimentos individuais, cursos e treinamentos, palestras e workshops, por todo o Brasil, e no Instituto Casa do Encontro, do qual é co-fundador, em São Paulo capital.

22.06. Conflitos. Da onde surgem os conflitos? Estes iniciam dentro ou fora de nós? Qual a sua função? Quando o conflito passa a ser destrutivo? Quais as ferramentas para gerenciar os conflitos? Existiria raiva se não houvesse medo?

Para conversar sobre o tema conflito, teremos a Olívia Braschi e a Marina de Martino Roberto.

Marina é educadora, formada em Letras, atualmente, cursando graduação em Pedagogia com foco em educação democrática. Especialista em Arteterapia Junguiana pela UNIP. Cocriadora da Comunidade Dedo Verde, casa/empresa colaborativa. Estudante e praticante de Comunicação Não-Violenta há 7 anos, tendo participado de diversos cursos no Brasil e na Europa. Facilitadora de cursos, palestras, vivências e grupos de prática de Comunicação Não-Violenta na Comunidade Dedo Verde. Facilitadora de círculos de Justiça Restaurativa formada pelo CEDHEP (Centro de Direitos Humanos e Educação Popular do Campo Limpo). Facilitadora de cursos, palestras, vivências e treinamentos em diversas instituições governamentais.

Olívia quer transformar o mundo em um lugar melhor, menos violento. Por isso, tornou-se focalizadora de processos transformativos e restaurativos. É especialista em Cultura de Paz, mestranda em Estudos de Paz pela Universidade de Innsbruck, Áustria, ela atua com com Círculos de Construção de Paz, justiça restaurativa, comunicação não violenta e outros métodos de transformação de conflito.

29.06 Amazônia. Qual o lado mais ligado às energias, o lado mais espiritual da Amazônia que corremos o risco de perder com a floresta em si? Quem são os protagonistas da vida espiritual da Amazônia? Existe alguma forma de equacionar o desenvolvimento com a preservação, que é algo que não fomos ainda capazes de fazer em nenhuma parte do mundo? Como cada um de nós contribui para a destruição da natureza através da qualidade dos nossos elementos internos?

Para conversar conosco sobre este tema tão sensível teremos Débora Laruccia e Jackson Rego.

Debora é designer, trabalha com temas sócio-ambientais, fez oficinas de ecodesign em comunidades na Amazônia, Bahia e em São Paulo. Foi curadora de Design e Artes comunitária e Indígena da exposição Amazônia Brasil, que fez itinerância por vários países e foi a exposição mais visitada no ano do Brasil, na França. Faz parte da aachaa -Associação de Artes Curativas Himalaia Amazônia Andes-, que promove a Autocura do Meio Ambiente interno, de Lama Gangchen Rinpoche, com viagens e vivências nos cinco elementos (internos e externos), nas comunidades amazônicas dos rios Tapajós e Arapiuns, nos Andes  e no sul Bahia, desde 1996.

Jackson Fernando Rêgo Matos é Professor da UFOPA, Universidade Federal do Oeste do Pará, com Mestrado em Ciências Florestais pelo Inpa e Doutorado pela Unb/Cds. É membro do grupo científico da cátedra da Unesco, coordenado pela Dr. Adine Gavazzi, verificando os efeitos do Ngalso Reiki no meio ambiente. É Conselheiro de Pesquisa, ensino e extensão da Ufopa, atuando nas Unidades de Conservação da região do Tapajós, como a Flona do Tapajós, Resex Tapajós Arapiuns e Apa de Alter do Chão na área de Etnobidiversidade. É pesquisador do Grupo Indigenismo, Sociedade e Educação e Coordenador do Projeto de extensão Luz e Ação da Amazônia/Ufopa. Pertence à Academia de Letras e Artes de Santarém e é membro do Instituto Histórico Geográfico do Tapajós . Fundou o Movimento de Roda de Curimbó e o Instituto Sebastião Tapajós, sendo seu primeiro presidente.

Diretor Vamos Meditar

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